"Um argentino estava fazendo amor quando ela diz: Ai! Meu Deus!
Ele prontamente responde: Bom, já que somos íntimos pode me chamar de Oscar..."
Eita povinho metido a besta!
Curiosidades
- Ao contrário do que a maioria pensa, o melhor da Argentina não está em Buenos Aires. Ponto para as pequenas cidades do interior, com povo amável, receptivo e extremamente atencioso. As províncias de Misiones, Corrientes e Entre Ríos tem lugares belíssimos e gente disposta a lhe atender a qualquer necessidade.
- A Argentina parece o Rio de Janeiro. Um lugar maravilhoso com um povo estúpido que não merece a terra que tem.
- Dizem que as pessoas de lá são tão bonitas, que parecem europeus, isso e aquilo. Conferi com meus próprios olhos. Realmente, numa primeira vista parecem ser. Mas abriu a boca, já era. Além de mostrarem um umbigo do tamanho do mundo, os argentinos tem em sua esmagadora maioria os dentes tortos, amarelos, e um monte faltando. Será que expulsaram os dentistas de lá?
- A Argentina parece o Rio de Janeiro. Um lugar maravilhoso com um povo estúpido que não merece a terra que tem.
- Dizem que as pessoas de lá são tão bonitas, que parecem europeus, isso e aquilo. Conferi com meus próprios olhos. Realmente, numa primeira vista parecem ser. Mas abriu a boca, já era. Além de mostrarem um umbigo do tamanho do mundo, os argentinos tem em sua esmagadora maioria os dentes tortos, amarelos, e um monte faltando. Será que expulsaram os dentistas de lá?
- Não adianta querer pagar uma de moderno com seu cartão de crédito. Você só consegue usá-lo em poucos lugares. Pra gasosa e pedágio tenha sempre a moeda deles, a única aceita fora de Buenos Aires.
- Diferente dos brasileiros que até colocam placas bilingues no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, não tente falar portunhol nem português. Eles não fazem a menor questão de entender. Esteja com seu espanhol em dia.
- Se for pra Foz, vá até Puerto Iguazu, bem na divisa com a Argentina. Fiquei num hotel lá por 3 dias. A comida por ali é excelente, cheio de barzinhos com a cara dos brasileiros, aceitam nossos reais em qualquer lugar, são muito mais atenciosos e prestativos do que qualquer outro lugar da Argentina. Mas também estão colados na gente, né??? Acho que aprenderam a ter um pouquinho de educação e que sorrir não mata ninguém. Além do mais tem Cassinos, uma parrillada deliciosa e peixes de rio bem variados.
Dirigindo na Argentina
- As estradas não são enormes e largas como no Brasil (especialmente em São Paulo), mas de uma maneira geral são muito bem conservadas. Mas tem posto fiscal da polícia quase a cada 100 km. E se tiver um guarda fora da casinha, pode esperar que ele vai te parar, revistar tudo, e te extorquir. Os guardas seguem os mesmos princípios paraguaios (leia post anterior). Torça pra ser abordado por uma policial mulher. Apesar de criteriosas, elas ao menos são honestas!
- Dependendo da província (estado) que você cruza (eu atravessei Misiones, Corrientes, Entre Ríos e Buenos Aires, até chegar na cidade de BsAs), há muita estrada e pouca civilização. Parecem as estradas de Goiás, Mato Grosso... parar pra abastecer assim que ver civilização é regra. Um isopor no carro também é essencial, ou teríamos morrido de sede.
- Dependendo da província (estado) que você cruza (eu atravessei Misiones, Corrientes, Entre Ríos e Buenos Aires, até chegar na cidade de BsAs), há muita estrada e pouca civilização. Parecem as estradas de Goiás, Mato Grosso... parar pra abastecer assim que ver civilização é regra. Um isopor no carro também é essencial, ou teríamos morrido de sede.
- Caminhão lá dá sinal oposto ao brasileiro. A sorte é que fui sabendo. Ao invés de acionar o pisca pra direita pra você ultrapassar, eles acionam pra esquerda (esquisitíssimo).
- Faixa da pista, em alguns estados é carril. Em outros é trocha. Imagina eu tentando entender "Mantengase em su trocha"
- Os postos lá não aceitam cartão de crédito (uma grande maioria). Os poucos que aceitam cobram acréscimo de 10%. Ter moeda deles é essencial.
- Tem Posto Petrobras de monte lá. Parece que nossa estatal comprou a YPF que era deles com a Inglaterra. Venderam a parte deles. Menos mal, mas ainda assim era um posto argentino!
- Os peajes (pedágios) nas carreteras (estradas) são muito mais baratos e em menor número que no Brasil. Paguei de 1 a 5 reais no máximo em cada um que passei. Entretanto - e vale destacar - os pedágios na província de Buenos Aires, além de bem mais caros, são xenófobos - estrangeiros pagam mais caro!
- Não tente parar o seu carro próximo dos policiais para pedir informação. Antes mesmo de você conseguir perguntar algo, eles vão te pedir todos os documentos e revistar seu carro inteiro.
- Andando no Centro de Buenos Aires, acelere o máximo que puder. Não pare nas faixas, não dê preferências, e só pare quando o sinal estiver realmente vermelho. E por falar em sinal...
- O Sinal amarelo na Argentina significa: BUZINE AGORA E XINGUE O MOTORISTA DA FRENTE
- Andando no Centro de Buenos Aires, acelere o máximo que puder. Não pare nas faixas, não dê preferências, e só pare quando o sinal estiver realmente vermelho. E por falar em sinal...
- O Sinal amarelo na Argentina significa: BUZINE AGORA E XINGUE O MOTORISTA DA FRENTE
- Você tem de andar no carro com 2 triângulos, kit de primeiros socorros, uma corda pra reboque, sacos pretos de mortalha, lençol branco pra cobrir o corpo depois da mortalha (sim, pra cobrir cadáver, só não sei pra que serve se eu morrer dirigindo, como vou me cobrir com plástico e lençol branco???)... que gente mórbida... eca...
Em Buenos Aires
- Lembra do Brasil há 20 anos? Conscientização 0 de meio ambiente, pobreza e sujeira pra todo lado contrastando com prédios suntuosos que revelam um período de decadência acirrada. Bem vindo, hermanos, a Buenos Aires!
- Se andar de trem ou metrô, lembre-se: as lixeiras são enfeites lindos, não se pode sujá-las. Atire todas as latas, papel de embalagem, fraldas sujas e o que mais tiver pra descartar na via do trem.
- Depois de conhecer Buenos Aires inteira, gostei mais do Carrefour: Com nossa moeda valendo o dobro das deles, você se sente como se todas as prateleiras estivessem em liquidação maluca: com duzentos reais você faz compras de mês pra três famílias grandes! Eu trouxe tanta coisa que quando abri o porta-malas do Uno o carro explodiu de cacareco pra todo lado.
- A cidade é dominada por chineses. A cada 3 mercadinhos que entrei, 4 eram de propriedade de chineses. E os descendentes indígenas são a classe desfavorecida por lá.
- Cuidado com a enganação no show de Tango: reservei com antecedência uma mesa para eu e minha mãe. Era reserva com jantar incluso (podia ser só o show). Pagamos cerca de U$200 para tal. O local era maravilhoso, no meio do Puerto Madero, com vista para o cais reformado, coisa de primeiro mundo. Chegando lá a anfitriã da casa nos recebe muito educadamente e nos leva à nossa mesa. Curiosamente, era uma mesa comprida, pra umas 30 pessoas. Eu e ela, de frente um pro outro, no meio da mesa, que estava dividida para outros 2 grupos do nosso lado esquerdo e direito. Ou seja, a primeira impressão que você tem é pra sair correndo, pois vai ficar apertado entre dezenas de pessoas estranhas dos dois lados. Não bastasse isso, quando a gente se dá conta, tinha uma torre bem na nossa frente que nos impossibilitava de ver o palco.
Oras! Eu paguei pra ver o show e ainda o adicional pelo jantar. Como vou ver o show se me põe na frente de uma torre? Antes da gente comentar alguma coisa - e obviamente programado - a anfitriã diz que poderia arrumar um lugar melhor, pois os outros estavam todos reservados, próximo ao palco, com menu do jantar também melhorado, ao acréscimo de mais U$170. Eu fiquei com tanta raiva, mas tinha andado mais de 2 mil km pra levar minha mãe até ali, não ia recuar. Desconfiei que era armação na hora e recusei, mesmo com ela insistindo muito. Eles servem o jantar e o show começa uma hora depois. As mesas reservadas ao nosso lado ficaram às moscas. Um outro casal de brasileiros passou pela mesma situação, mas o coitado caiu na armadilha, nem pudemos avisá-lo. Quando nos demos conta, a anfitriã sorridente os levou ao lado do palco. Pois começou o show, eu e minha mãe nos levantamos e sentamos nas mesas ao lado, onde se poderia enfim ver o show. A garçonete ameaçou reclamar, mas eu insisti que não tinha ninguém ali, e que não sairia. Como fui rude (muito mais do que costumo ser), ela não insistiu mais. E conseguimos então ver o show, que realmente valia a pena, não fossem as armadilhas porteñas. Que desnecessário e vulgar isso! A quem quiser saber, a casa se chama Madero Tango, uma das mais caras e respeitadas de lá. Que dirá as demais...
- Grosseria é comum por lá. Comprei passagens para o Buquebus (um navio que transporta pessoas e veículos até o Uruguai). É lindo, uma estrutura magnífica, também digno de primeiro mundo. Mas eles te tratam feito imigrante ilegal, olhando feio. Se pede pra repetirem algo pois você não entendeu, a cara fica ainda pior e a má vontade aumenta. Mas o passeio vale a pena, no navio tem poltronas muito confortáveis, os carros vão no subsolo e na parte de cima tem até um Duty Free, meio caro, mas com coisas variadas.
Resumo: A Argentina tem uma cultura rica, intensa de sabores, cores e aromas. Mas tem um povinho que insiste morar por lá que estraga tudo.


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